domingo, 27 de março de 2011

Amor, Ave Rara!



Livra-me agora poderoso tempo
Deixa-me a mercê de mim mesmo (mesmo o mim não fazendo nada)
Já estou?
Que bom!
Achei que assim fosse
Não quiz dizer que tinha certeza
Breve sensatez de 'não-soberba'
Pobre ter de agir em função do amor
Em função da pobreza atual
Falta-se verbas para  se estruturar amor
Amor esse que parece sempre flutuar com o vento
Que vem quando não se espera
E que se vai enquanto se aguarda

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