terça-feira, 7 de junho de 2011

À Que Vim?


"Já parou a se perguntar 'de onde' e 'para onde'? Já parou para dizer com suas próprias palavras? Alguma vez você já parou? Alguma vez já olhou tanto para si mesmo a ponto de não enxergar mais ninguém? Ou inversamente, já olhou tanto para os outros que já não pudesse ver a si mesmo diante do espelho? Pensou que tudo em você é sempre pior que nos outros? Ou melhor? Então, pare agora e tente ver o igual! Não como uma fotocópia, mas como a posse de tendências impostas, que nos fazem sempre optar pelo 'mais' ou pelo 'menos', deixando de lado o que de fato somos em igualdades por sermos desiguais. Deixar que o sensorial que tanto nos gera inseguranças, passe a nos gerar certezas, passe a ser mola-propulsora e guia mestra desse caminhar que tantas emoções diferentes nos proporciona a cada instante, consciente ou inconscientemente. Não nego o poder de oscilação de cada momento, mas estou em um momento, onde a evidência de cada momento vivido, converge diretamente para um absolutismo sem retrocesso. Tão intenso e não imposto, tão integro e pulsante em sua mais excencial forma: a vivida! Seria imprudência não acreditar por querer. Seria desperdício realimentar qualquer outra forma de verdade. Só existe a verdade e a mentira. O que flutua entre as duas é o não conhecer."

Esse texto faz parte de meu livro inacabado: Poucas Palavras, Para Grandes Reflexões

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