quinta-feira, 29 de setembro de 2011

'Philosofrutando'


Apesar de ainda não me sentir o ápice do amadurecimento, aquele que dizem ser o melhor momento de qualquer homem estar direcionado em suas metas, bem aplicado no seu dia-à-dia com seus horários e disciplinas para sua estabilidade sócio-financeira, creio estar me saindo bem. Apesar do anti-horário, o tal do 'comercial'. creio haver descoberto o 'fluxo' em que se funciona uma vida saudável, ao menos mentalmente. O tal do 'amadurecimento imposto' 'inda me me 'choca'. Não se trata do saber fazer e sim do 'se ter' estrutura para se fazer. Tudo sempre é dito, mas, raramente feito. Somatizam-se as ansiedades e desejos de que tudo se ocorra 'bem', no entanto, sempre se é feito em função mais de si mesmo do que do outro. Sinto falta de que esse computador esteja em casa no entanto, como seria a ansiedade por abandonar tudo e dedicar-me  totalmente a escrever sem parar, isso está também dentro de mim, feito a água que não se aguenta dentro da terra e explode feito nascente de cachoeira. Tudo palavra sem rumo, sem sentido se posta em prática. Sou o condenado. O intra-egoista que decidiu viver sendo verdadeiro. Antes de analisar e comparar tudo que acabei de escrever, imagine-se sendo você o autor. Não só do texto mas da vida em que 'julga' estar vivendo por si mesmo. Ela é realmente sua ou apenas reflexo do que teme ser excluído da sociedade por morrer de medo de se encontrar só e sem saber o que fazer? Ah! filosofia às avessas... Essa sim me conforta. Sem núcleos acadêmicos e 'panelas' de 'fundão' de classe ou de escola, ou social. Creio apenas ser uma maçã verde, tentando amadurecer sem que para isso tenha que apodrecer antes.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Simpluridade


O símbolo do infinito...
Infinito
 o concreto
 o que há de mais belo...
 nos faz sentir com tal proximidade do que não se pode tocar...
está lá apenas para ser contemplado, como uma grande extensão de nós...
 o amor, quando não paixão,
nos torna assim...

Observando Pedras

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Não mais me amedronta o trôpego caminho que me aguarda
Aprendi com destreza desviar dos obstáculos
Mesmo com os pés descalços
Mesmo com a alma desnuda
Tudo depende
De onde se olha...
...e o que se observa...

Translucidável


Dava pra ver em seus olhos o brilho e a direção
Um rápido momento de brilho raro
A exposição com que aniquilasse minha 'guarda'
Transpassada com fúria de cometa incandescente
Transformando-se em 'anjo de luz'
(Sem rebeldia)
Não foi o tal 'anjo caído'
Veio tal super nova recém-saída de um buraco negro
(E olha qu'eu estava há 'anos luz')
Verdade translúcidável
Eterna em intensidade
Afrodite zodiacal de minh'alma imortal
Deixa-me renascer em tua constelação infindável


Toque-me


Toque-me
Como se o infinito de tuas lembranças não mais existissem
Como se a sensibilidade que em mim existe
não interferisse em meus dissabores
Toque-me
Fino véu de teu suspirar sobre minha pele,
boca e sorriso
Toque-me como a primeira vez
em que acreditei na tua sinceridade
Como que a desejar criar nuances
onde nem cor nem luz podem alcançar
Toque-me
Após a noite
Durante o dia
Mesmo quando a distância se fizer presente
Toque-me
Como se eu fosse um bebê
Como homem que sou
Toque-me
como um instrumento valioso
tão valioso quanto esse amor que sussurras à meu ouvido

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Reverencie A Minha Dança



A ausência, as vezes, significa gerar saudade
Criar a expectativa de que realmente se necessita de algo... de alguém...
O limite da saturação está sempre ligado à presença física extrema
As vezes queremos estar tão, ser, tão, que acabamos por 'saturar' o que de melhor pode ser...
Creio plenamente que, quando se nos aproximam em demasia, muito mais não se encontram do que querem nos encontrar...
Tentam muito mais se auto-encontrarem, do que nos encontrarem
Algo em nós os estimula
O que de mais pleno se encontra em nós
O que para nós já se tornou tosco, ao buscador é de extrema valia
Tenho apenas alguns poucos instantes hoje, para postar
Mas com tanta intensidade, que o texto tem de ser curto
Não quero exaurir a paciência de quem já se é formado e muito menos, deturpar a inocência de quem 'ainda' se busca
Estejam sempre em paz com quem amam e sempre presentes com quem acreditam
E quando la no fundo se sentirem sós e por isso tristes, reflitam muito para saberem se não são, os próprios responsáveis... 
E busquem apartir de 'já', não perderem mais tempo
O tempo é raro e servil
Somos raramente bem providos do que precisamos e queremos
Basta apenas, não querer em demasia, além  do que se é real!