sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Perdoem-me!





Não são os desejos, maiores que os quereres, que por sua vez, são maiores que os executares?
Quanto tempo ainda levará, para por-se mais em prática, do que apenas sonhar com o que poderíamos ter, para fugir do arrependimento que nos corrói do que não fizemos, ou das atitudes impensadas, que preferimos deixar na obscuridade do “não quero falar sobre isso!”?

E que sensatez, necessita o interlocutor, para ainda permanecer presente em nosso elo de amizade, se não somos capazes de nos aperceber errados! Se tudo que fazemos, é nos apresentar calma e tranquilamente no dia seguinte, após termos errado crassamente, maltratando nosso interlocutor, como se nada houvesse ocorrido! Quando aprenderemos a assumir nossos erros, ante a necessidade de sermos perfeitos e “inerrantes”? “Errar é humano!”,  “Reconhecer-se errado, é divino!” e o perdão, advém do processo intermediário às duas ações!
Agora o que me resta, são as avessas dessa alusão contínua, que persisto calma e laconicamente, deferir aos que ainda persistem no distanciamento, ao sofrerem a insuportável dor do se pedir perdão...

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Concordância?




Porque destoa, por que penso...  Estou completamente errado? Ou certo? Possuo salientações, emoções e reações, tal qual, qualquer aceitamento, entre os que vivi e os que pretendo saber que sou capaz de expor... Ciente das consequências que possam ser mencionadas, mais do que explicadas pelas criticas, que sempre aparecem dos locais mais inimagináveis... É o ócio de nos expormos... Ossos do oficio e sacrifício quando não conseguimos nos expor em concordância ao que o outro vê... Sei bem o que é discordar de uma avaliação, em um pré-julgamento... Poder enxergar isso, torna meu amadurecer visível e vivível...
Ao concordar, discordo, ao discordar, concordo! Sem explicações, algumas frases tanto quanto atitudes, seriam impossíveis de entender-se. Seriam apenas, meras palavras ao vento. No meu caso, verve de quem destoa, para querer receber atenção, autentica, refletida e discernida, ante quaisquer que sejam meus procederes... Creio que existe uma palavrinha para isso... Deixe-me ver... Não seria, respeito?...
Agora é blog! Intrínseco espaço concentrado. Sustentável bloco de concentrados emocionais, perfilados em espaço livre! Impossível não reinventar-me a cada pagina sem letras... A cada vivencia não vivida... E a cada não expor, do que se avoluma em meu refletir...

Retornáveis



Com a simplicidade e praticidade do que depende-se de situações externas, eis-me aqui! Apos ter bebido da fonte do distanciamento, do descaso e da displicencia por conveniencia, tento um retorno... Diferenciado do que fui e não mais distante do que sou!
Agora e um voltar concluso! Imparcial e contundente aos que não aprovam... (precisam aprovar a si mesmos!).
Passos vagarosos, evitam o cansar desnecessário dos que tentam auto-aprovação, pelo bem material que possuem, não pelo bem infindável, que seus corações, esquecidos em um armarinho qualquer jazem imbatíveis, assolados e desolados...
Eu retorno. O tempo esperado, foi tempo vivido! E sinceramente, não sinto-me vasilhame de produto qualquer!
Que eu tenha um bom retorno! Saudades de vocês meus seguidores! Um beijo no coração de todos!