sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Perdoem-me!





Não são os desejos, maiores que os quereres, que por sua vez, são maiores que os executares?
Quanto tempo ainda levará, para por-se mais em prática, do que apenas sonhar com o que poderíamos ter, para fugir do arrependimento que nos corrói do que não fizemos, ou das atitudes impensadas, que preferimos deixar na obscuridade do “não quero falar sobre isso!”?

E que sensatez, necessita o interlocutor, para ainda permanecer presente em nosso elo de amizade, se não somos capazes de nos aperceber errados! Se tudo que fazemos, é nos apresentar calma e tranquilamente no dia seguinte, após termos errado crassamente, maltratando nosso interlocutor, como se nada houvesse ocorrido! Quando aprenderemos a assumir nossos erros, ante a necessidade de sermos perfeitos e “inerrantes”? “Errar é humano!”,  “Reconhecer-se errado, é divino!” e o perdão, advém do processo intermediário às duas ações!
Agora o que me resta, são as avessas dessa alusão contínua, que persisto calma e laconicamente, deferir aos que ainda persistem no distanciamento, ao sofrerem a insuportável dor do se pedir perdão...

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